Aquele abstrato incompreensível que deseja apenas a libertação.
Aquele redemoinho de ideias que permanece na cabeça esperando apenas a hora de sair.
Pronto, pode ir embora.
O fato é que ando cansado.
De tudo, de todos, de mim.
E palavras afoitas é o que me resta para retratar.
Não, chega de rimas bonitas e decepções amorosas.
Chega de sentimentalismo e pudor
Farei jus ao qualquer e lançarei no ar todas essas palavras aleatórias.
Porque não nasci pra ser entendido, porque não me entendo.
E me dito como complicado, me julgo como complexo, me vejo como cansado.
Não quero pensar em estruturas, não quero seguir métricas.
Já dizia uma amiga, não sirvo para seguir regras.
Não me contrarie, não me irrite, não me toque, não fale.
Apenas me deixe.
É o que eu preciso sentir.

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